Análise dos padrões de mobilidade dos trabalhadores na região metropolitana de Belo Horizonte: idade, período, residência e modo de transporte
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Palavras-chave

mobilidade urbana
vulnerabilidade
modelo IPC
infraestrutura de transporte
origem e destino

Como Citar

Lima Queiroz, S., Ramalho Guedes, G., Barbieri, A. F., & Moreto Herculano, C. (2026). Análise dos padrões de mobilidade dos trabalhadores na região metropolitana de Belo Horizonte: idade, período, residência e modo de transporte. evista atinoamericana e Población, 20, e202556. https://doi.org/10.31406/relap2026.v20.e202556

Resumo

Os estudos sobre mobilidade urbana têm ganhado relevância na Demografia, considerando os deslocamentos diários que não implicam mudança de residência – realizados por trabalho, estudo, saúde, compras e lazer. Esses padrões são influenciados pelo modo de transporte e pelas características dos indivíduos e de suas moradias. O artigo investiga como tais padrões revelam vulnerabilidades em determinados grupos, analisando três aspectos: tempo de deslocamento, deslocamento por trabalho e modo de transporte. Utilizando dados da PNAD (1988–2015) e das Pesquisas OD (2002 e 2012) na RMBH, verificou-se que o tempo de deslocamento aumenta significativamente com a idade, enquanto o efeito do período é quase nulo. As análises espaciais evidenciam uma descentralização dos fluxos, com Belo Horizonte perdendo parte de sua centralidade na captação de mão de obra, e apontam inequidades de mobilidade relacionadas a renda, escolaridade, idade, situação laboral e gênero.

https://doi.org/10.31406/relap2026.v20.e202556
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